É tão bom morrer de amor!

É tão bom morrer de amor e continuar vivo. Mas não um amor que nos consuma, mas que transborde. Que não é em menos nem em demasia. Amor que é amor não tem limites nem barreiras, apenas nós.

Daremos um início mas nunca a chegada de um fim. Fomos os escolhidos e escolhemos como amar, não mais ninguém, só nós.

Talvez isto seja um pouco de filosofia, ou será o próprio amor filosófico? Veio da existência de alguém, de alguma maneira. Não sei.

À que doer, há dores bonitas. Tudo aquilo que vale o esforço dói, mas acaba por ser a tal dor bonita.
Não há nada perfeito, nem o próprio ser, nem o próprio amor.
Tudo tem as suas vantagens e desvantagens, sendo assim de que vale o medo se não for para arriscar? Não deixar a vida bem vivida se não for para viver.
Ama, vive, arrisca, tropeça, comete os mesmos erros novamente, ama ainda mais, vive ainda mais, volta a arriscar, volta a tropeçar.

E nunca te esqueças que nunca deixaste nada por amar, nem nunca deixaste de viver.
O amor é para ser sentido, a vida para ser vivida.
Aproveita e tem uma boa vida.


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