Sou tão feliz contigo …

Eu nunca soube o que era amor propriamente dito.

Também nunca procurei por ele.

Mas ele encontrou-me.

Ou melhor, tu.

Amor foi a forma como me olhaste, entraste na minha mente e invadiste todos os meus pensamentos.

Amor foi o abraço demorado no segundo encontro e o pedir para ficar mais uns minutos no terceiro.

Foi a forma como chegaste à minha vida e a preencheste.

Amor foi quando te tentava ignorar por vergonha e tu ainda me picavas mais dizendo que era uma “envergonhadinha sem vergonha”. Que odiavas o quanto amavas a minha maneira de ser.

Foi a forma como me seguraste a mão, como me deste o mundo.

Foi a maneira de lidar com as minhas mudanças de humor e a paciência para me aturares.

Foi amor quando não precisavas de falar quase nada ou quando vinhas e dizias “estou aqui porque sei que precisas”. Amor era a pessoa que eras comigo e o teu dom para me fazer estar e sentir bem.

Amor foi a forma que arranjaste para me esconder o jantar surpresa, foi quando deste a volta ao teu pai para me levar até ti e o esquema de arranjares um presente para a tua mãe e dizeres que fui eu.

Amor foi quando te empurrava para longe mas tu puxavas-me para perto porque sabias que te queria bem junto.

Foi quando me abraçaste quando viste um rapaz a olhar para mim.

Foi a maneira de estares, de seres e ficares, comigo.

Amor foi quando tudo te mandava ir embora mas tu escolheste ficar.

Amor é isso, escolhas. E entre tantas opções escolheste-me a mim.

Amor é quando eu te chamo louco e tu afirmas “louco por ti”.

Amor é o teu sorriso automático quando me vês, mesmo ao longe.

Amor és tu.

Amor é o que eu sinto por ti.

E isso preenche-me de uma forma inexplicável.

Ainda não sei explicar o que é amor e não o conseguirei tão cedo.

Só sei que são coisas pequenas que grandes pessoas como tu fazem. E caso descubra mais alguma forma de explicar vou guardar segredo, porque amor és tu e eu quero guardar-te só para mim.

E este amor é o suficiente para ser feliz.


PELA WEB

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