Somos injustos quando não aceitamos!

Não posso dizer que passamos momentos incríveis, quando na realidade nem me lembro de ti. Era realmente um ser muito frágil, sensível e pequeno quando partiste…

A culpa não deixa de ser tua, tu escolheste, podias ter recuperado tudo e recomeçar de novo. Não te condeno por isso, nunca o faria…

Só penso no porque de me ter acontecido logo a mim. Eu que precisava tanto de ti. Posso dizer que nem sempre senti saudades tuas, no entanto nunca te esqueci, mas a falta que me fazes agora é tanta que cada vez que me lembro de ti é inevitável não chorar.

Adoro quando dizem “És a cara do Jorge Russo!”, até me ‘pinto’ para me falarem de ti. Sou injusta ao ponto de te querer aqui comigo, quando sei perfeitamente que estas num sítio bem melhor e um dia irei estar aí para te abraçar como nunca.

O céu até pode não existir e a morte pode ser algo que apenas faz parte da humanidade, mas acredito piamente que se existir estas lá e a olhar por mim, Pai!


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