Quero devorar esta paixão!

A paixão é eterna no seu sabor tempestuoso,
Nas sombras perpetuas do seu caminho,
Elaborada a ser, sem um fio copioso,
Da estrada ardente, um sorriso luminoso!

Que treme no seu regalo, na regata e da resposta
Das regras impostas pelo seu resgate.
A sua descolagem,
É desnecessariamente escrita,
Na supérflua partida ate Marte,
Mas o ajuste do campo doce,
Mantém acesas as brasas de cá de dentro…

Além disso é efêmera ao devorar-me com calma,
E ser obrigado a devotar-me de toda a alma…
Saborosa e suculenta como o mel,
Tão densa e intensa,
De querer recitar e gritar,
Para o papel!

PORPedro Simão
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