Porquê?

Porquê?

Quando te encontrei pela primeira vez, achei que eras um simples amigo, um conhecido do qual metade de ti era desconhecido.  Foi esse desconhecido que me fez despertar aquela borboleta dentro de mim, a borboleta que voava de dentro de mim, para o teu corpo, para a tua alma, para descobrir o que tinhas de melhor ou pior, para descobrir o desconhecido.

Esse teu olhar , esse teu sorriso, essa tua personalidade e maneira de ser, fez-me apaixonar-me de todas as maneiras possíveis, fez com que fosses o motivo do meu sorriso. Dessa maneira tentamos converter essa amizade em amor, tentamos uma vez e resultou no inicio tudo era perfeito para os dois, mas houve algo que não estava a resultar, que nós dois não conseguíamos ser um só, houve uma separação dolorosa. Mas o amor era superior, ao objeto que nos separava, e voltamos a nos encontrar, ai o amor era ainda mais forte, ai conseguias ser o amigo, o melhor amigo e o namorado na mesma pessoa.

Mas…

Voltou a não resultar… E ai tentamos dizer um ao outro que não dava, que não éramos feitos para estarmos juntos, que não conseguíamos nos completar, que existia mais coisas negativas do que positivas, para nos juntar… E o amor que nos sentíamos? Terá desaparecido? Terá tudo voado com o vento, que não desaparece num segundo, minuto ou hora, demora dias ou meses a desaparecer. Acredito que a  nossa chama ainda está muito acesa, que existe sentimento, que existe amor…

E que vamos fazer a este amor?

A este sentimento? Vamos deitar no lixo, como se deita um alimento fora de validade?

Pois é, demasiadas perguntas e nenhuma resposta…

PORCarolina Vieira
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