Para que saber quem era?

Então eles se beijaram, completando-se um ao outro com tanto fervor que mais parecia uma sede, uma sede de afeto. Era mais que dois corpos, eram duas almas que traçavam ali uma união eterna, um elo com tamanha força, que os fenômenos naturais sentiam inveja, não só da felicidade, mas da sua beleza, uma beleza que vai além do que olhos podem vê uma visão inexplicavelmente perfeita que podia ser comparada com o amor.

Com toda sua amplitude do mistério numa entrelaça com o sentimento, com o calor e com as infinitas explicações entre o céu e a Terra para tentar explicar e entender e pelo o menos poder chegar perto de designar o mistério do amor.

E dentro desse mistério surge a pergunta: quem se beijava? Talvez um casal de hétero ou de Lésbicas ou até de gays. Mas que diferença faz? Se era amor? Amor no seu maior nível, no seu estado de cumplicidade extrema. Para que saber quem era? Para que julgar quem era? Se fazia bem, e melhor, se não fazia mal.