O teu amor liberta-me!

Olho em meu redor, e nada vejo, nada sinto, nada encontro.
“Onde estou eu?”, “Quem sou eu?”, tantas e tantas perguntas me perturbam.
Estou confuso, não consigo encontrar respostas e continuo a afundar-me.
As águas puxam-me, puxam-me com muita força. E eu deixo.
Deixo ser engolido por aquilo que tanto me quer assustar.

Todos me dizem que sou livre, mas continuam a impedir-me de ser feliz.
Sei que tenho de sentir o que eles sentem, e não posso ter um outro sentido.
Não posso ter o meu próprio destino, construir o meu próprio futuro.
E eu… que quero tanto enfrentar o mundo e rasgar tempestades…

Mas não! Não posso viver num sítio em que nem eu saiba o meu próprio nome!
Posso não saber onde estou, mas não estou perdido!
A pouco e pouco, vou em direcção ao que desejo.
Mesmo no meio do nada, consigo perceber o que me faz tão feliz.
Levanto-me, arrasto-me assustado, mas caminho em frente.

Onde quer que eu vá, sei que o caminho é certo.
O caminho que me leva até ti é o mais verdadeiro que posso seguir.
Pois, só seguindo o coração, consigo viver para sempre…


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