Não me sais da cabeça!

Talvez já te tenha dito muitas vezes aquilo que nem sempre te quis dizer,
Talvez tenha sido injusto e tu não devias ter ouvido aquilo que eu não sentia.


Mas eu neste momento estou a sentir tantas coisas dentro de mim,
Coisas que eu nem próprio sei explicar, que eu pouco ou nada consigo definir.
Talvez seja o amor que me queira agarrar, e eu que tenho medo de me prender…

Mas sempre ouvi dizer que a liberdade seria viver um amor verdadeiro.
E isto não pára! Este sentimento permanece…
Deito-me na cama à noite, às escuras, e o sono nem aparece.

Tu não me sais da cabeça, não saias deste corpo que quer ser teu de uma vez por todas!
Mas eu nem sei a quem pertenço, e quem eu sou,
E tudo o que aprendi pelo amor… apenas me deixou desamparado,
Numa fúria nostalgia que me arrancou cada pedaço inteiro que eu tinha em mim.

Mas sempre que me vens à memória, eu quero sentir o teu batimento cardíaco.
Quero acreditar que este amor realmente existe. E que eu não estou de todo adormecido.

Estou pronto para viver, sim. Para viver uma história de amor.


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