Mulheres modernas de antigamente…

Bom, eu não vivi naquele século, o famoso XXI, mas imagino a confusão que era. A mulher pode ou não pode? A mulher deve fazer isso ou não?

E mulheres “limitadas” agindo sob livre e espontânea pressão podem? NÃO! Claro que não! Ainda bem que essas guerras de géneros e polémicas femininas não existem mais. Hoje em dia nós, mulheres, agimos de acordo com as nossas vontades e ambições que a sociedade não se importa. Agradeço a todos ai no passado que lutaram e se afirmaram para que hoje nós tenhamos liberdade e não temos que sofrer o que muitas sofreram: rótulos, bullying, ofensas, julgamentos….

Hoje em dia não vemos publicidades sobre os produtos de casa direcionados apenas às mulheres, trocaram a imagem feminina pelo grupo familiar, até mesmo o gato aparece com um pano na mão… Não temos que nos preocupar se temos o hábito de sair todos os fins-de-semana para dançar, beber, e conhecer quem quisermos, não somos chamadas de “fáceis”, “put@s”, “irresponsáveis”, “ela não é para casar”, etc e etc…

Somos livres de ir onde quisermos, quando quisermos, que se alguém cuida de nós é porque gosta, e não apenas por ser mulher.

Há relatos que muitas vezes as mulheres eram acompanhadas até casa por algum homem com a desculpa de “e se alguém te fizer alguma coisa no caminho?” ou que ouviam muitas vezes: “Vais sozinha para casa? A esta hora?”, “Eu levo-te”, “E se acontecer alguma coisa?”

Quer dizer que se elas voltassem com alguém para casa estariam super seguras? A menos que ele seja o Hulk, Capitão America, Batman, Homem de Ferro… ai sim, elas poderiam estar 100% segura. Que pensamento estranho, quer dizer que alguns só respeitariam uma mulher se ela tivesse acompanhada? Porque para não lhe acontecer nada quer dizer que se alguém tivesse intenções de fazer alguma coisa, não iria fazer né…

Ainda bem que hoje não é mais assim, até porque acredito que os próprios homens aproveitavam-se da situação levando a mulher em casa com segundas intenções, como se via nos filmes quando o galã acompanhava a dama a e beijava-a como um “beijo de boa noite”.

Bom, pensem em quantas mulheres se sentiram pressionadas a dar um “beijo de boa noite?”

Pois é… enquanto a mídia não mudou os seus conceitos a sociedade não abriu os olhos.


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