Mata-me se quiseres, mas não me mates de amor!

Mata-me se quiseres, mas não me mates de amor.
Pior do que me sentir inútil nas tuas mãos? Só mesmo o teu silêncio. Onde está a tua voz que me acalma? Que me põe fora de órbita? Onde estás tu?

Onde andas para não dizeres que me amas? Vais esperar uma semana? É que só passaram dois dias e eu já estou fora de mim.
O que nos está a acontecer, estes não somos nós! Tu não estás a ser tu, e eu não estou a ser eu. Não estou a ser eu porque tu não estás a ser tu comigo. Tu não me ignoras, tu atendes só para ouvir a minha voz. Então e agora? Explica-me porque está a acontecer tudo isto!
Já pedi desculpa muitas vezes, mas agora não estou errada.

Entro em pânico apenas por não te ver, por não te sentir. Chego-me a questionar se nos levas a sério!
Sou exagerada, sou inquieta mas fui aquela que tu escolheste para amar. Então diz-me… Porque és assim agora?
Seremos idiotas por nos amar-mos assim tanto?

Adolescentes que discutem sem qualquer motivo aparente de discussão?
Passamos por tantos obstáculos mais difíceis que este, e estamos assim porquê?
Porquê? Porquê? Porquê? É apenas o que me questiono.
Será que me ignoras porque te ligo ou porque apenas queres espaço de mim?

Que queres mais de mim? A minha alma? O meu espírito? Tens tudo de mim e é isto o que recebo? Ignorância, espaço, tempo.
Não te deve doer como me dói a mim o teu silêncio mudo.
Mata-me se quiseres, mas não me mates de amor.


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