Manto de robustez!

Porque não bebes?
Porque não fumas?
O que escondes?
Não te enturmas?

Não me digas;
Que não és suscetível;
À segregação e às intrigas;
De certeza que não és perecível?

Já que resististe à pressão;
Dos primeiros versos;
Passemos a outra visão;
De pensamentos mais intensos…

A adição de algo que não aprecias;
Nada mais é que um paradoxo;
A tua individualidade e respetivas manias;
Te tornam um ser com nexo…

És humano;
Portanto tocas o universo;
E atrais o desengano;
Expandido e intenso…

Bramidos quando necessários;
Nas rusgas dos pleonasmos;
Deixa de lado os agrados;
Marca o sentido dos espasmos…

Sê íntegro no que fazes;
Por mais que te cuspam na cara;
Certo dia a esses seres audazes;
Nem as pedras da calçada os amparam…

Proficiência na geometria do entusiasmo;
Uma pitada de bom querer;
Com laivos de sarcasmo;
O importante é bem viver…


PELA WEB

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