Histórias de amor não se explicam em dois capítulos !

Talvez existam exceções, mas particularmente nunca vi um livro de amor terminar no segundo capítulo. É mais fácil começar explicando sobre a palavra chave desse breve texto.

Aquela pequena disritmia quando há uma troca de olhares, aquela sensação de conforto ao peito que parece um travesseiro de penas. Tudo isso gerado apenas por motivo: amor. Muitas pessoas dizem que ele morre, que diminui, que aumenta, mas prefiro seguir a ideia de Santo Agostinho “A medida de amar é amar sem medidas”. E porque não morre? Ele não é um tanque de combustível que uma hora vai chegar ao fim. Gosto de compara-lo ao universo, infinito e desconhecido.

Nenhuma história de amor se explica em dois capítulos. Nenhuma história de amor segue a ideia de início, meio e fim. Quando existe amor, não existe fim. Não se bota um ponto final no término do segundo capítulo, terceiro… talvez reticências. Você ama alguém? Escreva sua história na sua pele, como uma tatuagem, que não vai se apagar. Saia do seu mundo, abra seus olhos. Ame. Pra sempre. E quando você morrer ao lado da pessoa que você ama? O amor ainda vai existir na memória de cada pessoa que lembrar de você e dela, pois nenhuma história de amor se explica em dois capítulos.