Hater, a profissão.

Porque existem haters nas redes sociais? Um dia destes assisti a um vídeo no qual a pessoa contava que um rapaz havia comentado com ela que já tinha sido “hater” nas redes sociais. De seguida ela, sendo uma guru de maquilhagem conhecido no YouTube e ela própria perseguida por estas pessoas, perguntou-lhe o porquê (não vendo qualquer graça óbvio), ao que este respondeu na maior das descontracções “porque eu não tinha nada para fazer, decidi ser hater”, ao mesmo tempo que ria ao achar piada. Ao que ela comentou “hum…não sabia que isso já era considerado profissão”.

Hoje em dia o que há mais é pessoas sem nada para fazer e o pior é que a maioria vive assim por escolha própria. É verdade que agora, mais do que nunca, se comenta o facto de a escola não estar a desempenhar bem o seu papel, pois cada vez mais transforma crianças em robôs perdidos em vez de adultos decididos, confiantes e informados. Enfim. Mas de qualquer das formas, na minha opinião, com tanta informação que há hoje, devia partir de cada um ter algum senso e juízo. Várias análises podem ser feitas para averiguar os porquês desta atitude: educação (embora eu não ache que na maioria dos casos seja essa a questão, pois vê-se muita gente de boas famílias a agir de forma idiota e os pais não têm a culpa); traumas (podem já ter feito o mesmo a esta gente, contudo eu sou um pouco o oposto. Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam); falta de auto-estima (agindo mal para se sentirem superiores, mas para mim são somente um bando de gente sem nada para fazer, sem vida, sem personalidade ou amor próprio) ou pura estupidez (que é o mais provável).

É impressão minha ou o ser humano está a regredir em vez de evoluir?


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