Eu sem ti… nada sou!

Ouve o meu coração a bombear, a tentar sobreviver, a gritar, a sangrar!
O que nós tínhamos perdeu-se no momento em que deixaste esta cama,
Em que partiste sem te despedires de mim, de quem daria a vida por ti.

Porém, amar não chega. Amar também é deixar ir embora e acreditar num amanhã.
Acreditar que voltes atrás, me peças desculpas, que afastes o orgulho
E que te entregues a mim, sem desculpas, apenas com vontade…

Todos os nossos segredos, todas as nossas juras já não me fazem sentido…
Agora sou apenas isto: fraco. E os meus sonhos são as minhas sombras,
Os meus medos de não voltar a ser feliz. De não voltar a ser eu,
Como quando era contigo, por completo.

Mas tu nunca saberás o quanto significaste para mim…
Todos os meus sentimentos guardo-os dentro de mim.
E ninguém me consegue arrancá-los. Morrerei com eles!

Agora sou apenas isto: fraco. Estou derreado no chão,
Sem noção do tempo, sem noção de quem eu sou.
Eu posso amar-te, mas amar não chega. E o nosso amor é tudo para mim.

Tudo parte-se. Tudo desaparece!
Até ao dia em que voltas para mim e juras amar-me.
E eu volto a nascer. Em ti. Nesta relação.
Eu sem ti… nada sou. Nada sou sem o meu amor.
Amo-te. E desculpa-me.