E o homem certo onde anda?

Quantas e quantas vezes nos apaixonamos erradamente? Somos seres humanos e como tal temos as emoções à flor da pele. Tudo o que seja novo nos atrai, porque a descoberta do desconhecido torna-se o melhor da descoberta. É isso que acontece com as pessoas!

Conheces outro alguém e tudo fica de uma forma natural tão belo. É o teu sorriso que parece mais sincero. É a tua vontade de acordar que fica intensa. É a tua vontade de dormir que não chega.

Tudo na tua cabeça começa a fazer sentido de uma forma planeada porque a única coisa que desejas é ser feliz; é que ele te faça feliz.

Porque é verdade: nós procuramos a felicidade junto de alguém.
O grande cliché de “eu sou feliz sozinho” só engana os moribundos que se regem pelas frases feitas. Os sentimentalistas, as pessoas nascidas de coração para o mundo, vêem em si a oportunidade de amar e ser amado.

É a verdade: ninguém gosta de amar sem ser amado. Mas inconscientemente conseguimos fazê-lo porque o medo de perder é maior do que a racionalidade de que a situação não nos leva a lado nenhum! É triste mas é verdade…
E só nos damos conta, passado a inúmeras situações insuportáveis, que suportamos, chegando ao ponto de ouvirmos da outra pessoa “acho que isto connosco não está a resultar”.

Já sabias não já? Temos o coração ao pé da boca, mas não temos a palavra “ceguinha” escrito na testa.

É verdade: foste tu que suportaste o barco que sabias que não ia chegar a bom porto. E porquê? Gostar demasiado e demonstrar demasiado muitas vezes faz-nos pôr vulneráveis àquilo que o outro sabe esperar de nós. E claro, nós vamos sempre lá estar na esperança que dê resultado, mas não vai dar.

“O que dois não querem, um não faz”. E no amor funciona exatamente assim. Ninguém consegue lutar sozinho por algo que já está naufragado no porto de embarque.


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