Diz-me…

Diz-me, e isto muito tempo? e isto demais?
Diz-me, abre-te para mim.
Diz-me, o que sentes? o que não sentes?
Diz-me porque não te deixas ver?
É que eu só consigo pensar em ti e no que tu pensaras.

Mas não tenho resposta por isso…
Diz-me, quem amas? O que amas? Ou porque não me amas?
Diz-me, porque se eu achava normal pensar em ti na madrugada, quando estou sozinha e meu coração solitário navega, será normal pensar em ti todo o dia?
Diz-me, estou a ver demasiado numa parede em branco?

Diz-me, porque eu estou perdida… por ti, em ti.
No teu sorriso de magia, nos teus lábios de perdição e nos teus olhos de mistério.
Oh… e nos teus braços de conforto quando me abraçam e me fazem voar até aos mais altos dos céus sem medo de cair.

Diz-me também por que é que as tuas palavras doem tanto quando me relembras que o sonho que tu és para mim não é a realidade.
Diz-me… diz-me na mesma apesar de eu já saber as respostas.


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