Desculpa…

Tenho medo. Sim, tenho medo.
Tenho medo de não conseguir viver. Tenho medo de não ser aquilo que tu esperavas.
Tenho medo. Sim, tenho medo…
Mas não tenho medo de dizer que não luto contra os meus fantasmas,
Que tento empurrá-los e esquecê-los… de uma vez.

Talvez não consiga ser perfeito… Talvez não consiga corresponder às expectativas,
Mas o peso dos ombros ainda o carrego.
As lágrimas caem-me, o meu corpo mata-se, e o meu «eu» encolhe-se,
Quando olho para a miragem e nada que eu tento fazer… importa.

Desculpa por te desiludir. Desculpa por te magoar, mais uma vez.
Sem eu querer, sem eu o ter feito de propósito.

Neste momento, só o silêncio me consola. E eu fico aqui estendido no chão,
A pensar em nós, e no nosso amor.
Sim, porque eu te amo e nunca deixei de te amar.
E sim, tenho medo de te magoar. Mas acabo sempre por o fazer.
Desculpa…


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