Demonstrei-te da forma que tu me permitias fazê-lo…

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, canta, chora, dança, ri e vive intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”

Amei-te… A verdade é que ainda te amo mais que tudo como é possível depois de tudo explicas-me?  Ambos sabemos que não sou a tal,ambos sabemos que somos como azeite e agua não nos misturamos.

É isso. Amei-te, sem , sem dúvidas, sem possibilidades de ser outra coisa.
Amei-te mesmo que tenhas pensado que não, mesmo que depois de um tempo tivesse deixado de demonstrar mas amei-te. Amei-te mesmo que tenhas negado, mesmo que tenhas duvidado.

Amei-te por detrás de todas aquelas zangas por não atenderes o telemóvel, amei-te mesmo que não me tenhas mandado mensagem, amei-te apesar de todo o teu tempo estar ocupado.

Amei-te como consegui e demonstrei-te da forma que tu me permitias fazê-lo.
Soa-te bem?!

Sim. Porque eu amei-te mesmo que não me tivesses amado de volta. Pelo menos não demonstravas reciprocidade, eu sempre te dizia “não são as palavras que mostram sentimentos”. Estava enganada?

Pois bem, amei-te. É tudo o que posso dizer-te e é tudo o que precisas de saber.
Escrevo-te com ligação ao passado, embora ainda te ame no presente, porque estou prestes a dobrar esta carta em 3, colocá-la no envelope, deixá-la em cima da mesa e sair da tua vida.

E espero que leias e que te apercebas que perdeste aquilo que um dia tanto quiseste e tentaste mas como muita gente não soubeste manter.
E tudo o que tem de ficar de mim em ti, para além desta carta, é a certeza de que te amei.
E penso que isto chega para a tua consciência ficar pesada.

Mas sinceramente? Espero que isso te passe assim como o teu amor por mim passou.
Um beijo de quem se cansou de mendigar o teu amor e que encontrou (FINALMENTE!) o amor-próprio.

PORVanessa Tusto
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