Confiança Vs Medo…

Tenho pena de estar só,
Por não termos dado o nó…
Podia apenas ter atado os meus cordões aos teus,
Para os nossos corações serem só meus…

Mas perdi-te e não te achei mais!
Naquela madrugada, flagrante!
De ter dito: não, não!
Basta!

“O que queria comigo?
Quando te seguia sem me levar a nenhum lugar…
Era invejoso…!

Um espaço teu,
Costurava com as lágrimas vibrantes,
De ocupar tudo, o que era teu.

Não soube dizer: não, não!
Basta!

Hoje digo não, da mesma motivação que dizia outrora,
Sem tristeza,
Mas com vingança!
De querer atar a tua trança,
Ao meu cabelo eletrizante.

No mundo pensavas, que tinhas sido colocado,
Que nem um peão… insólito,
Alguém virtual… distante dum populoso mar de gente, chamada
Fobia social.

Alarmado como um fantasma, fantasiando-te de imaginações
E por vezes provocações,
Só para dizeres: não, não!
Basta!

Não – ao medo,
Não – a mim,
Não – a alguém que te pudesse transformar em algo agradável,
Estimável… “

Mas disseste não – pela falta de confiança,
Que sem mim, não ias mais amar,
Que a tua vida, irias desperdiçar!

Por mim, iria-te fazer sorrir de algo “bobo”.
Não te preocupares contigo,
E não digas não! – Aos outros,
Só porque achas que te possam estranhar…
Apenas para seres diferente…

Mas segue pelo outro lado…
Sente, toca, mexe, vacila, cai, levanta-te, ensina!
Se alguém te quiser ouvir…
Como não o fizeste com ninguém!

PORPedro Simão
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